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sábado, 19 de dezembro de 2009

Carinhos na barriga e mordidinhas no dedão

Estou nesse exato momento sentada ao lado de um certo ser, que devora alegremente sua ração como se fizesse isso todos os dias de sua vida. Mas não faz. Pitucha, em seus completos nove anos de vida canina, deu mais trabalho para comer do que uma criança da propaganda Biotonico Fontora. Essa sua falta de apetite fez com que, ao longo dos anos, minha cadelinha Dashund recebesse mais atenção especial do que a própria Lassie em seus tempos dourados. E preocupação também. É só ela recusar seu pote de ração que já está eu e minha mãe, ajoelhadas, implorando para que ela engula um pouco de pão com leite. É um drama real.

Toda a minha família decidiu adotar pitucha como a cadela completamente anormal, fresca, irritante, com manias imprevisíveis, destruidora de paredes, e que usa camas como toaletes como a cadela merecedora de ser amada loucamente. E assim foi feito. Até os parentes que tinha uma grande aversão contra animais foram ‘adestrados’ por pitucha. Meu tio foi o caso mais interessante. Até hoje ele não tem tolerância á nenhum cão. Mas é só Pitucha chegar em sua casa, empurrando sua porta com o focinho longo típico da raça Dashund, que ele declara com uma alegria de quem foi completamente desarmado diante de toda uma família amante de cães: “Ê, narigueta chegou.” Razoável, pelo menos para quem nunca deixou nenhum dos três filhos ter um animalzinho.

Mas nem tudo são flores na relação família – Pitucha. Quando meu pai chegou em casa e encontrou as paredes do nosso novo apartamento destruídas por certos dentinhos, não foi realmente com alegria que ele reagiu quando foi recebido pelas famosas mordidinhas no dedão do pé. Foi mais com um desejo incontrolável de chutá-la para longe. Pelo menos até ela se deitar de barriga, com aquele olhar castanho claro de quem precisa desesperadamente de um agrado. Quem resiste?

E quando ela mastigou o elefante de brinquedo do meu primo de quatro anos há alguns meses, não foi com muito amor que ele a tratou depois disso. E os vizinhos também não gostavam muito das longas horas de latidos enquanto não havia ninguém em casa. Mas não há jeito. Por mais que seja destrutiva e antipática, Pitucha nos lembra dia após dia do quanto é importante estarmos juntos, cada vez mais. Sendo uma criatura que odeia ficar sozinha, ela já chegou a se cortar na lâmina do boxe, no qual ela estava numa tentativa desesperada da nossa família para que ela não destruísse o resto da casa. Em vão, logicamente.

Mesmo com suas atitudes irracionais e suas greves de fome, Pitucha, sozinha, ganhou o amor eterno de uma família. Ora sendo a companhia em uma noite em que todos estão fora, ora a alegria da festa quando alguém derruba um pedaço de bolo, ou até mesmo fazendo todos rirem enquanto tenta perseguir aquele siri na praia, mergulhando a cara na água e espirrando muito depois disso. É como eu disse à alguns dias atrás, Pitucha tem tantos donos quanto se é possível. E os tornam, todos, irremediavelmente mais felizes, principalmente depois de uma boa mordida no dedão ou um carinho na barriga, características que fizeram a diferença no dia em que a trouxemos para casa, há longos nove anos atrás.



Amanda Sartório

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

De volta a programação normal

Agora o assunto exclusivo desse blog é as histórias minhas e dos leitores com os animais não humanos. Vou escrever as minhas "aventuras" de vegetariana no meu novo blog, Vida de Veg

E para marcar a volta da nossa programação, a emocionante história da Michele Freitas.


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"olá !!
EU tenho 3cachorros pincher y amo d+ os 3
em um dia 4feira ao chegar em casa ,uma criança me para na rua e me diz

_olha mataram seu cachorro.
olhei para ele ,não acreditei
e fui para casa mas ao chegar ela minha menina estava no chão desmaiada
meu sangue ferveu e minha pressão caiu,levei ela no veterinário y minha menina estava com um traumatismo craniano.
Três dias depois ELE VOLTOU PARA CASA ,para mim ela já estava bem melhor,todos os dias ela tnha que tomar soro na veia ,eu so pensav nela agora ,ela nao comia sozinha nao levantava ,ms eu tnha fé en Deus q ela iria fikr boa.
Em uma maña ela estava bem ms fraca e fui para o veterinario ,ela ficou em um colchão quente ms ela fikow muito ms estranha e se mexxya muito ,minha bb teve uma parada cardiaca ,meu mundo caiu ,nao me imaginava sem ela ,pela primeira vz vi meu pai chorar sem para, falando com a médica se tinha algo para fzer para ela voltar a vida,ela estava morta.
Ela estava tão bem cheia d vida, e vem um moleque no meu portao e tak uma pedra na cabeça da minha cachorriña e depois nao pede desculpas e sua mae se cala como nada tivesse acontecido. vejo que o ser humano nao tem um pingo de respeito ao proximo.
Hoje ainda choro ao pensar na minha menina,pois sinto sua falta ,perdi meu
bb."

Michele Freitas

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Preconceito

Sou vegetariana, e qualquer fantasma que lê meu blog já sacou isso.

Nesses quase 1 ano de vegetarianismo, eu senti preconceitos de várias formas, e tenho certeza que quem é veg também sentiu algum preconceito de alguma forma.

Você chega em uma festa, e te perguntam o que você quer comer, e você fala nada que tenha carne... Alguns logo pensam em galinha, ou em peixe, ou em frutos do mar, mas você logo corta e fala: Sou vegetariano. A pessoa te olha assim e fala um "Ah" e começa a questionar, ou te zoar.

Queria entender porque muitos onívoros se sentem incomodados por uma pessoa ser vegetariana. Eu realmente me incomodo com onívoros, mas somente aqueles que estão perto de mim, aqueles que me preocupam, que eu gosto.

Todos têm direito de escolher, claro. Mas para você escolher, tem que conhecer suas opções. Se uma pessoa escolhe comer CADÁVER no almoço, ela tem que saber e ter consciência de que aquele é um CADÁVER que sofreu para morrer.

Voltando ao assunto do preconceito, muitas mães ao meu redor já catequisaram suas filhas contra meu papo de vegetariana. Muitas mães quiseram impedir as suas filhinhas de saberem a verdade. Eu virei vegetariana porque soube da verdade...

Mas porque eu sofro preconceito pelo que eu como?

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A base do problema

Hoje eu estava comentando com meu namorado sobre um curso de cinema do qual participei, e percebi que todos os alunos eram meio que envolvidos com questões sociais.

Isso é maravilhoso, esplêndido, magnífico. Agora eu pergunto: do que adianta eu salvar uma criança se eu destruo o planeta em que ela vive? Daqui a 20 anos, a vida na terra vai ser difícil, e o que vai ser dessa criança?

As pessoas esquecem que todo problema começa pelo ínicio, e nós temos um problema que precisa ser urgentemente corrigido, que é a destruição do meio ambiente, a destruição da verdadeira casa que nós temos.

Cegos que somos, não percebemos que não basta ajudar umas pessoas necessitadas para ser o mocinho da história. Sei que não são todos que agem assim, mas sei que muitos não possuem o conhecimento para agir assim.

Salvar o mundo é algo difícil. Se você quer salvar o mundo, precisa saber o que faz o mundo precisar ser salvo. Sou uma ambientalista fervorosa, vegetariana e defensora dos animais não-humanos, mas sei que o mundo não é só arvores e bichinhos, que é também uma espécie insuportável, egoísta e sem noção.

Vou ser dramática e dizer que não ligo para a humanidade. Em principio, não. Mas eu quero uma humanidade para me preocupar, uma humanidade que saiba conviver em harmonia, onde realmente haja a tão cobiçada liberdade.

Quero que todos tenham o direito de enxergar que o mundo está um caos... Mas infelizmente, não é assim.

FOCAR NUM ÚNICO PROBLEMA NÃO VAI TE FAZER SALVAR O MUNDO, fato.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Solução?







Já que meu belo blog paradão não recebe mais histórias, resolvi eu mesma escrever, aproveitando a minha súbita inspiração.

O mundo está acabando, e não há mais o que fazer. O mundo vai acabar e não por causas naturais ou cósmicas, mas porque os humanos causaram isso.

Será que a humanidade não percebe como soa injusto o fato de que homens destruiram o lar de centenas de animais inocentes? Ignorante quem não percebe, por mais diplomas que tenha.

Sim, o mundo vai acabar porque os humanos vão destruir... Mas há como adiar. Ultima chance: percebam que existem soluções e aceitem elas.

Sou vegetariana, e nesses meses sem carne devo ter feito uma diferença. Pequena, mas ainda assim, diferença. Muitos usam a desculpa de que comer carne é da natureza humana... Humanos são bons em seguir sua natureza destrutiva, mas os resultados disso não são nada bons.

Existem poucas pessoas preocupadas com o nosso destino e empenhadas ao tentar defender a vida de seres inocentes e de árvores que fazem a manutenção da vida, mas poucas pessoas não são suficientes. Se querem adiar a destruição, agarrem a solução.

Recicle.

Ande de bicicleta.

Apague a luz.

Desligue o monitor.

Desligue o satand by.

Adote um cachorro.

Plante uma árvore.

Salve um pássaro.

Seja vegetariano.

Use desodorante líquido.

Ligue o ventilador e desligue o ar condicionado.

Leia um livro.

Faça exercícios.

Esqueça o lado não-humano do capitalismo.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Neném da mamãe



oi!! me chamo neném da mamãe !
desde quando cheguei me tornei a
alegria da casa,pois minha mãe morava
sozinha e através de mim e minhas travessuras
nunca mais ela foi a mesma,pois eu mordia e destruia
tudo q via pela frente ....tristeza para ela desde quando eu
cheguei nunca mais teve .
teve uma vez q minha mãe ia se livra de mim pois
eu comi um celular que até hoje ela esta pagando
caraca essa eu peguei pesado...eita já aprontei tantas
que olhando para mim nem parece!pois sou o verdadeiro anjo
em forma de cachorro..minha babá nem quis ficar mais comigo
pois quando eu fogia na rua eu fazia ela correr por
3 ruas ...Poxa! eu sou bem peralta mesmo!!!!!
Poxa eu tenho que aproveitar né ....
..Por quê apesar de tudo sou o verdadeiro neném da mamãe
que fica esperando bem quietinho quando ela vai trabalhar
..um cheiro do nenem !!!!^..^




Gabriela Vidal

terça-feira, 14 de julho de 2009

Vira-latas




Ao publicar “CACHORRO VIRA-LATAS” fiquei devendo aos meus leitores um texto sobre estes simpáticos animais. Já que a intenção era escrever sobre sementes selecionadas geneticamente, e o cão destinava-se a ser somente um auxílio à compreensão do assunto, uma espécie de fio condutor que nos iria permitir encontrar o caminho ao âmago dos nós górdios criados pelos humanos quando começaram a caminhada do cruzamento seletivo de espécies. Por isso, utilizando um pouco partes daquele texto, e, para fazer justiça, escrevo algo a respeito dos SRD. Habitualmente denominamos vira-latas os cães sem dono que vagam pelos centros urbanos em busca de alimento, e que, no afã de conseguiram algo para se alimentarem, costumam virar latas de lixo. Na verdade, o vira-latas é muito mais que um cão abandonado, é um sobrevivente. É o animal que os veterinários costumam classificar como SRD – Sem Raça Definida – mas que possui o melhor aparato genético para sobrevivência, sob quaisquer condições. Desde que o homem paleolítico domesticou o lobo asiático, procurou desenvolver nos descendentes obtidos a partir das matrizes lupinas, características ou qualidades tais que cumprissem certos requisitos, desenvolveu as centenas de raças que conhecemos hoje. Só que, em troca desses atributos úteis aos humanos, as raças “depuradas” a partir da espécie original deixaram para trás outras virtudes que as tornaram menos aptas, provando que em seleção genética artificial não existe almoço grátis. Isso quer dizer que um cão de caça não é necessariamente tão inteligente quanto SRD, por exemplo; tampouco um cachorro desenvolvido para guardar ovelhas ou propriedades deverá ter a mesma resistência a doenças que o SRD, também. Uma pesquisa realizada numa universidade da Escócia, utilizando inclusive testes de QI, concluiu que cachorros vira-latas são mais inteligentes que aqueles que têm pedigree, segundo publicação da BBC Brasil em seu saite. O estudo utilizou 80 cachorros. De acordo com os cientistas, os vira-latas apresentam melhor noção de espaço e resolvem problemas com mais facilidade do que os cães de raça. O cachorro mais inteligente foi uma mistura das raças Collie e Spaniel, que atingiu nota máxima em todos os testes. O segundo lugar foi ocupado por quatro cães com raças misturadas: uma mistura de Labrador com Spaniel, outra de terrier Jack Russell com Cocker Spaniel, um Pastor Alemão com Labrador e uma Lhasa Apso com Poodle. Os filhotes que tinham a raça Collie na mistura eram mais inteligentes que outros cachorros vira-latas. O estudo concluiu, por fim, que a polícia deveria treinar cães vira-latas e não confiar apenas nos pastores alemães de raça pura. A mistura genética que a natureza levou milhões de anos para desenvolver dotou os animais de aptidão para viver e multiplicar-se sob as condições mais adversas. Enquanto os cães de raça pura foram selecionados por suas qualidades, geralmente, de beleza, porte, grau de agressividade, pelagem ou outros. Genes de herança autossômica recessiva que não favoreçam a inteligência podem, perfeitamente, estar causando um "efeito fundador" nesses cães. (Efeito fundador acontece quando há formação de uma colônia separada a partir da população original, por dispersão e, após várias gerações, ocorre isolamento reprodutivo, ou seja, os descendentes da colônia isolada tendem a reproduzir, com mais freqüência, genes dos espécimes que a constituíram, sendo que, se estes espécimes tiverem certas particularidades, estas tornam-se comuns nos descendentes). Os da raça Collie tiveram algum grau de seleção devido à noção de espaço e resolução de problemas, pois originalmente eram cães pastores. A pesquisa foi feita com cães resultante de mistura de raças bem definidas. Há indícios que cães descendentes de misturas caóticas de raças, ou seja, SDRs com genes vindos de várias raças, vira-latas bem definidos como tais, tenham ainda tais capacidades mais desenvolvidas. Um vira-latas sempre aparenta saber para onde vai e o que quer, com seu jeito decidido. E, se parado, tem aparência altiva, mostra a segurança de quem está no lugar devido, na hora certa. Humanos, por mais que saibam para onde ir, sempre têm jeito um tanto patético dos perdidos no mundo. Parados, mal sabem onde pôr as mãos. Por isso, inventaram os bolsos e o hábito do fumo. Cães não têm bolso e não fumam, talvez por isso, saibam onde põe as patas. E, assim, os cães de raça, com suas designações ostentosas e pedigrees que estendem suas linhagens a muitas gerações pretéritas, podem ser escolhidos, e são, por seus donos, de acordo com as preferências ou necessidades destes. O vira-latas, por sua vez, prefere e sabe fazer escolhas ele mesmo, normalmente é ele que adota o dono. Sem árvore genealógica a lhe conferir nobreza, atravessa a rua sozinho, depois de olhar para ambos os lados, coisa que o homem com toda sua inteligência e empáfia nem sempre faz. Há, sem dúvida, mais dignidade em um vira-latas urbano na sua independência e auto-suficiência, que em um dálmata numa exposição canina, ou um poodle no colo da madame. Os inconvenientes da sarna, da exposição a microorganismos perversos, da fome, dos atropelamentos, das pedradas e de dormir ao relento dão fibra à sua alma e rigidez ao seu corpo, quase sempre “sarado”. O vira-latas nos ensina a sermos felizes com pouco. Mesmo quem não tem nada pode ter um cão de rua, desde que ele queira. Mendigos e loucos conversam com um vira-latas de igual para igual, e este lhes lambe as mãos. Se repararmos a chusma de cães atrás de uma única cadela, podemos ver a seleção natural em plena atuação. Linhagens inteiras de vira-latas foram concebidas e fundadas em madrugadas silenciosas das urbes de todo o planeta. Vira-latas existem aos montes pelas ruas, contudo, nenhum igual ao outro. Parecidos quase sempre, iguais nunca. Em sua mixórdia genética, ele é antes de tudo um forte. Nunca foi vacinado ou precisou de qualquer auxílio veterinário para sobreviver. Quando perguntam por aí: se você fosse um bicho qual seria? A maioria responde coisas como cavalo puro sangue, pantera, leopardo ou faisão, animais bonitos e considerados nobres. Eu também me fiz essa pergunta e cheguei à resposta que me satisfaz plenamente: gostaria de ser um vira-latas. Dos mais comuns, tamanho médio e sem cor definida.


Jair Lopes


http://www.jairclopes.blogspot.com/

domingo, 12 de julho de 2009

Se ama uns, por que come outros?





Hoje eu vou abrir um espaço para falar de um assunto importante: Vegetarianismo.

Ontem eu estava no shopping com meu namorado e minha amiga. Meu namorado é vegetariano e minha amiga não, mas deseja ser. Eles passaram uma parte da tarde alegando que as plantas também sentem, e que eu sou igualmente má por comê-las, e que não é justo comer uns e não comer outros. É justo amar uns e comer outros?

Cheguei em casa e me enriqueci com informações para ter argumentos contra eles. O meu namorado achava que não comer carne para evitar o sofrimento dos animais não é uma desculpa suficiente e plausível, porque as plantas também sentem.

Ok. A vida é cruel. Precisamos nos alimentar de outros seres vivos para sobreviver... Seria legal se todos nós pudessemos fazer fotossíntese, nem precisaríamos comprar comida.

É comprovadíssimo que humanos podem viver sem carne e derivados de animais, mas é impossível viver sem as plantas. Se a desculpa de alguns onívoros é que humanos precisam da carne por natureza, essa já esta descartada. Então, por que causar sofrimento aos dois? Ou melhor, aos animais não-humanos, já que plantas não sofrem. Plantas não têm sentimentos, sistema nervoso central, e não criam afeto por você.

Sim, ainda assim são seres vivos. Mas será que é justo então causar sofrimento àqueles que realmente podem sofrer? Será que isso é ético? Matar uma pessoa é ético? Não. Animais não-humanos são como pessoas, eles apenas não têm polegar opositor e não podem falar e pensar, e por isso precisam estar sob nossos cuidados.

Humanos destroem o planeta, roubam e não sentem pena daquelas crianças pobres na África ou das crianças marginalizadas no Brasil. Bichos amam seja quem for, de que cor for, de que sexo for, de que classe social for.

E por que as pessoas não enxergam isso? Uma palavra: Capitalismo. Se o mundo conhecer a verdade a industria de carne vai falir, por isso a verdade é escondida.

Mesmo quando a verdade é mostrada a um onívoro ele reluta em enxergar. Carne é bom, é um capricho. Na hora de saborear um suculento McDonalds ninguém pensa no quanto aquela vaquinha sofreu, e no quanto você está sendo anti-ético!

Há mais de um ano eu acharia isso papo de uma vegetariana chata e fanática, mas hoje eu vejo como a verdade. Quero que todos saibam a verdade e experimentem compartilhar da dor de uma vaca ao perder seus filhotes para ser sugada o dia todo por uma máquina de metal, e da dor de um filhote ao ser separado de sua mãe para ser tratado como um produto de prateleiras.


Tá, mas o que esse texto está fazendo aqui?

Esse blog é para bichos em geral, é para a nossa vida com os outros animais, para pessoas que AMAM esses outros animais. Pensem.

Essa é a minha história e como Belinha mudou minha maneira de enxergar a carne.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Minha eterna Parazinha

Era um domingo chuvoso e bastante frio, por morar em frente à praia a sensação térmica era de bem frio do que na realidade estava. JR nunca havia ido à padaria as 06h00min da matina, com aquele tempo então, nem se fala. Acordei naquele dia as 06h15minh, tentei ficar um pouco mais na cama, mais a Pixixinha, uma gatinha fantástica, tinha apenas 3 patinhas, perdeu uma em um acidente. Ela começou a perturbar-me pedindo sua ração matinal, então me levantei, meio que empurrada, abri a porta da varanda e olhei para o mar, estava com ondas altas e fortes, olhei para a Pixixinha e ali estava ela, persistindo no seu desjejum. Desci as escadas, coloquei a sua ração e fui colocar água para ferver e fazer um café.
Procurei e chamei pelo JR, sem resposta, pensei; Onde diabos terá ido esse homem? O Carro está na garagem, não o vi na praia pescando, e não está em casa! Com esse tempinho!
Voltei para a cozinha e fui passar um cafezinho, me servi, acendi um cigarro e pensei: O que fazer num dia desses? Ir para a internet? Assistir um bom filme? Absorvida em meus pensamentos, ouvi o portão se abrir, caminhei até a varanda e lá vem o JR com um embrulho de pão em uma das mãos e um filhote de cachorro na outra.
- o que é isso?
- é um cachorro, não ta vendo?
- estou! Não estou é entendendo! Já estamos com seis cachorros e você me aparece com mais um!
-nem eu estou entendendo, mais brotou um sentimento entre nós e eu resolvi trazer essa mocinha pra casa!
-ela estava na esquina, passei brinquei com ela e continuei meu caminho até a padaria, quando voltei lá estava ela novamente,eu a chamei, dei um pedaço de pão e ai ficamos amigos, então resolvi trazê-la comigo.
Eu peguei aquele projeto de cachorro no colo, levei até o banheiro, dei um bom banho quentinho, sequei bem, dei comida, ganhei muitas lambidas e começamos a observá-la: baixinha, pelo curto, orelhas grandes e sempre em pé, bunduda! Teria provavelmente entre 2 e 3 meses de idade. Também muito,muito simpática.
-que nome vamos dar?
-sei lá!
-Ela tem cara de que?
-de cachorro!
- Gracinha, isso eu sei!
-hum
-já sei disse JR vou chamá-la de Parazinha
-Parazinha? Horrível!
-mais é a cara dela!
-Vai ser a Parazinha!
-Vamos levá-la para o canil
-OK
Colocamos a mocinha no canil. Ela não tinha mais que um palmo de altura, e o portão do canil e o muro, tinham pelo menos 1,20m. Passados alguns minutos, quem surge na porta da sala? Parazinha, fresca e bela!
-Quem soltou essa cachorra?
-Nós não fomos e não tem mais ninguém na casa!
-Vou colocá-la novamente lá e vamos vigiar aqui da varanda, bem escondidinhos e ver qual é o mistério.
Assim fizemos.
Escondidos a observar a Parazinha.
De repente, ela começa a dar saltos cada vez com mais impulso, até conseguir saltar para fora do canil.
-Caramba! Isso não é uma cadela; é uma bola de ping pong.
Passou o dia conosco dentro de casa. À noite a colocamos para dormir na varanda, ela latiu a noite toda! Pela manhã, falei, reclamei e o JR muito chateado disse:
-vou levá-la de volta para onde a encontrei
-pode levar, ela não me deixou dormir
Ele caminhou com ela em direção ao portão, colocou-a no chão para abrir o portão e foi ai que ao tentar pega-la novamente ela fez um gesto inesquecível; contorceu-se toda, como um espiral, com o bumbum para o alto e abanando o rabinho. Gritei!
-traga-a de volta, ela vai ficar!
Assim iniciou-se nossa história com a grande Parazinha, grande amiga, grande companheira, inteligente, fantástica Parazinha.
O JR sempre brincava com ela dizendo:
-Parada, deita!
Ela deitava num gesto engraçado, com a barriguinha para cima e um ar de sapeca!
Parazinha foi crescendo e virou uma mocinha.
Teve o primeiro cio e cruzou com o Negão, que apesar do nome é de porte pequeno.
Desse romance nascerão 6 filhotes no dia 6 de fevereiro. Ficamos com 3: a Kira, Ucha e Branca, os demais nós demos, após o desmame.
Parazinha estava ótima, era uma excelente mãe.
No dia 20 de abril, ela começou a passar mal. Vomitava muito, e a língua estava ficando roxa.
Corri com ela para o veterinário. Ela recebeu todos os socorros possíveis. Mais lamentavelmente se foi.
Jamais vamos esquecê-la. Nem nós nem a veterinária, entendeu o que houve com ela. Todas as hipóteses mais prováveis, como envenenamento, picada de outro animal, etc. sendo descartadas. Nunca saberemos o que levou nossa Parazinha.
O fato é que perdemos nossa inestimável amiga!
Ela continua viva em nossos corações e nas suas 3 filhas. Embora a mais parecida com ela seja a Branca.
Esta é a nossa homenagem a uma das maiores amigas que já tivemos.
Parazinha o tempo que passamos juntas foi de apenas 2 anos, mais para nós, Parazinha, você vive, viveu e viverá para sempre em nossos corações! Deus na sua infinita sabedoria transformou você em uma linda e brilhante estrela para poder alegrar muitas e muitas outras pessoas pelo mundo afora.
Com todo nosso eterno amor.

Catherine Gorgen Gerhard

Eu & Shailow




"meu cachorro,ou melhor meu filhote é muito levado mas é uma coisa mais fofa de casa, todos noa gostamos dele, quando ele adoece ficamos todos preocupados.

não me vejo sem ele e minha vida não se completaria com a ausencia dele"

por Clemencia Silva



Comentários no blogger

Muito legal seu blog, o cachoro é muito bonito! bjs

alberis | Email | Homepage | 10-06-2009 16:29:38

Amei a gravatinha... :D

Amanda | Email | 07-06-2009 17:19:42

Também não consigo me imaginar se minha cadela, na verdade só consigo me ver com ela, sempre que penso em alguma coisa no futura ela tá sempre presente, o que é uma pena pois ela já tem 11 anos de idade, vive comigo desde que eu tinha 5, ou seja cresceu comigo!!! Visita esse site: contabilidademantiqueira.com.br

Júlia | Email | Homepage | 04-06-2009 09:51:41


Selo



Ganhei um selo da Geise. Obrigada Geise!

Convulsões de ideias, Alana




As regras para este selo são (não é obrigatório seguir todas as regras escritas abaixo, façam-na se quiserem):1 - Exibir a imagem do Selo para o qual foi indicado;2 - Poste o link do blog que o indicou;3 - Indicar 10 (dez) blogs de sua preferência;4 - Avisar os indicados;5 - Publicar as regras;6 - Checar se os blogs indicados pegaram e repassaram o Selo e publicaram as regras;
Feito isto, envie uma foto sua ou de um dos amigos que indicou para: olhaquemaneiro@gmail.com.Caso os blogs tenham cumprido as regras acima, você receberá uma caricatura em P & B.
Os meus dez indicados são:

Animais & Cia
Falando para o mundo
Alice disse
Palavras, arte e blá blá blá
Socializando cães
Achados imperdíveis
FPM
O "alto-falante"
Paradiso di piacere...

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Comentários no blogger

Muito bom seu blog e obrigado por visitar o meu!! :)

Michael | Email | Homepage | 18-05-2009 23:10:19

Gostei muito do teu blog e aproveito para informar que em meu blog: www.jairclopes.blogspot.com você encontrará diversos textos interessantes. Obrigado, JAIR.

Jair Cordeiro Lopes | Email | Homepage | 13-05-2009 17:52:35

Obrigado pela indicação. Estou meio sem tempo, mas colocarei esse selo lá no blog. Não sei se seguirei as regras, pois está dificil de arrumar tempo...rs

Alexandre | Email | Homepage | 30-04-2009 23:57:59

é eu sei, não tem 10... ._.

Lari | 24-04-2009 01:44:51

Juntos, seja aonde for.

Estou aqui para contar um exótico conto de fadas. Esse conto de fadas não tem príncipes encantados, mocinhas vulneráveis ou animais bem tratados, mas tem um final que é de certa maneira feliz.

Era uma vez um mendigo que morava debaixo de um viaduto, dormia em uma cama feita de papelão e se cobria com uns trapos que havia achado no lixo. Ele fazia arte com materiais reciclados para vender na sinaleira, mas não recebia o retorno que deveria receber. Quando o dinheiro não era suficiente, o morador de rua precisava procurar comida no lixo.

O mendigo era solitário e não agüentava mais a vida que levava, até que um dia encontrou um cachorrinho abandonado fuçando o mesmo lixo que ele. A principio, o primeiro impulso do mendigo foi brigar, mas o cachorrinho extremamente maltratado e sujo pareceu ter carinho pelo mendigo. De mansinho, enroscou-se na perna do mendigo e este, por sua vez, sentiu o afeto que jamais havia sentido desde que se tornou morador de rua. O cachorrinho, como as pessoas em geral, não o ignorou, nem o xingou de vagabundo, apenas queria atenção. O mendigo logo percebeu que o cãozinho era tão maltratado quanto ele.

Naquele momento, naquele lixo, nasceu uma amizade forte e inexplicável. O mendigo e o cachorrinho tinham agora um ao outro, tinham forças para lutar por uma vida melhor, tinham esperanças de reverter a situação.

O mendigo levou o cachorrinho para morar debaixo do viaduto com ele. Eles iam juntos vender a arte reciclada nas sinaleiras, todos os dias. O mendigo com um sorriso no rosto e o cachorrinho pulando e com o rabinho balançando. Era fácil perceber que, mesmo em uma situação deplorável, o companheirismo deles trazia felicidade e uma esperança renovada. Eles gostavam viver nesse mundo meio paralelo ao capitalismo, onde ainda existe amor e igualdade entre pessoas, e entre pessoas e animais.

Com o tempo, o mendigo e o cachorro ficaram conhecidos pela sua arte. Muitas pessoas sabiam daquele mendigo que fazia arte com materiais que tirava do lixo. Passou a ganhar mais dinheiro, não tanto, mas o suficiente para ter um barraquinho no morro.

Para o mendigo e o cachorro esse é um final extremamente feliz. Eles agora têm um teto e sabem o que é sentir o amor de outro ser. E eles viveram felizes... Não para sempre. Mas felizes.

Os humanos muito raramente teriam a capacidade de iluminar a vida de uma pessoa que já não tinha mais esperanças. Os humanos muito raramente teriam a capacidade de amar um desprivilegiado. Será que a sociedade não enxerga que cachorros, gatos, leões, tigres, todos eles, são mais EVOLUÍDOS?


Por Larissa Lima





Comentários no blogger

É exatamente assim, o cão não vê a situação econômica, ele vê o afeto, o carinho, a compreensão.

Jair Cordeiro Lopes | Email | Homepage | 17-06-2009 21:45:56

É verdade, lari... As vezes, parece que ninguém encherga o quanto os homens são selvagens. E o que seria 'Ser' humano? Acho que à muito tempo, nós deixamos de sermos humanos. Somos muito mais animais do que qualquer um nesse mundo. E não, eu não esqueci daqui \o\

Amanda | Email | 07-06-2009 17:18:40

obrigada Lari pelo selo,pode sim publicar o texto em seu blog ok.

L&L | Email | Homepage | 24-04-2009 15:26:55

Oi Larissa! Tá jóia? Acabei de receber um selo!! E lógico... te indiquei =) Super bjooo

Geise Meireles | Email | Homepage | 17-04-2009 08:25:33


Dewey



Resumo do livro DEWEY - UM GATO ENTRE LIVROS

A rotina da pacata cidade de Spencer, Yowa, Estados Unidos, se transforma após Dewey, um gato, ser encontrado na Biblioteca Pública. A diretora da Biblioteca, que achou o gatinho na caixa de devolução, resolve contar a história e lança o livro, Dewey, um gato entre livros. O livro escrito por Vicki Myron, com colaboração de Bret Witte é a história real de um gato que fez da biblioteca - e da cidade de Spencer- sua casa e de seus habitantes, os melhores amigos.
Com lançamento mundial e simultâneo no Brasil pela Editora Globo, Dewey, um gato entre livros, é o exemplo de como um felino pode trazer alegria, amor e vida a uma população que, até sua chegada, parecia apática.
Quando foi encontrado, Dewey, já dava sinais de sua gratidão para com aqueles que o acolheram. Mesmo com as quatro patas feridas - pelo frio, o que lhe causou seqüelas - o gato olhou cada pessoa nos olhos, ronronou e acariciou as mãos. "Era como se ele quisesse agradecer pessoalmente a todos que conhecia por salva-lhe a vida" , diz a autora e diretora da Biblioteca Pública de Spencer, no livro.
A cada dia, Dewey foi sendo apresentado aos freqüentadores da Biblioteca. Até que uma matéria na primeira página do principal jornal da cidade, de 10 mil habitantes, sob o título: "Perfeito acréscimo ronronante à Biblioteca de Spencer", gerou polêmica entre a população local. Houve quem dissesse que a presença do gato era prejudicial à saúde e outros comemoraram com grande exaltação, como as crianças e os amantes de gato.
Mas, com o tempo todos se renderam ao charme e carisma de Dewey. Até o menino alérgico, que preocupava a mãe, voltou e com ela: enquanto ele filmava o gato, a mãe o fotografava. Desfilando entre as prateleiras, Dewey se tornou uma celebridade e conquistou o carinho da população de Spencer. Todos têm certeza de que Dewey ama todos do seu convívio.
Senhores só liam jornal quando Dewey estava sentado no colo, crianças só liam livros quando o gato estava próximo delas e, assim, a Biblioteca Pública de Spencer se tornou o ponto de encontro dos moradores. Todos queriam fazer doações para os cuidados com o gato e até o Conselho Municipal se encantou com o charme de Dewey.
Segundo a autora Dewey revolucionou a vida de todos os moradores e também o progresso da cidade. " Em 1988, quando o Dewey chegou, era inverno e parecia que a nossa cidade estava triste. Mas, com o passar do tempo percebemos que a cidade se encheu de alegria e que Dewey inspirou até o progresso da cidade".

Autor:
Vicki Myron


Link-me




Alguém já leu?

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Adotar... já pensaram que glorioso salvar a vida de um cão condenado?
Um dia eu vou adotar o máximo que eu puder \o/
Então, se você que está passando por aqui e pensando um dia em ADOTAR um amigo, sem preconceitos, resolvi postar o link do post da Alice... Ela escreveu dicas para ajudar na hora da adoção.

Dicas importantes quando se vai adotar

Mari

A história de Hoje é sobre Mari, que o Alexandre Forato nos mandou.

___________


O sonho de ter um cachorro existe dentro de mim desde que sou criança, porém nunca foi realizado durante a fase infantil ou adolescência. Já estava até desisitindo de ter um cachorro, quando de repende surge a oportunidade de adotar uma cadelinha - filhote de labrador com vira-lata. Como sempre adorei labrador, não pensei duas vezes e resolvi cuidar dela.

O mais interessante ainda é que a cachorra devia estar prevista para eu adotar, pois ela nasceu no mesmo dia do meu aniversário - 23/11/1983 -, e hoje dou atenção total para ela, não consigo ficar um dia longe dela. A Mari (nome que escolhi) é minha companheira fiel para todos os momentos. Pode bagunçar o que for, que não ligo, adoro-a!

Isso é uma parte, vou guardar as outras historias e te mando numa próxima vez.
Alexandre Forato
www.falandopromundo.blogspot.com



Comentários no blogger
Pois é... eu logo que escrevi o recado pra ti um amigo me falou como funcionava hehe. Em relação à história aqui postada: Adote um vira-lata \o/. Aquela propaganda e várias atitudes como essa vão fazer a diferença nos abates de cães de rua! bjãoo

geise meireles | Email | Homepage | 03-04-2009 17:09:58

Obrigada pelo link!!! :O) Somos parceiras, IAUUUUUUUUU!!!!! Lari, fique tranquila que pensamos igualzinho a vc!!!! Basta de preconceito para com o viralatas, principalmente os já adultos que NUNCA são adotados nos abrigos. Respeito para com todos os seres, SEM EXCESSÕES!!! ;O) Bjnh Helena e Alice Ah, Helena vai enviar uma estória linda, aguarde...

Helena e Alice | Homepage | 02-04-2009 17:12:47

Eita gente que gosta de cachorro. Nem me fale a Cólie da Familia faleceu de tristeza semana passada. Familia separada é um caos afeta até os cachorros.

Rodox | Email | Homepage | 31-03-2009 09:40:34

nossa que lindo seu blog!! Amei!!! Estou a procura de parcerias e vi no blog que vc também!!!! aguardo seu contato!! bjinhos! http://paradisodipiacere.blogspot.com/2009/01/blog-post_01.html

luana | Email | Homepage | 30-03-2009 09:39:59

ok vou add seu banner ao meu blog e mais uma vez obrigada pela indicação do selo.

L&L | Email | Homepage | 29-03-2009 13:38:25

Minha vida com Belinha



Hoje a história é minha com Belinha...

Antes queria ressaltar que eu não tenho recebido histórias... Gente, vamos escrever, vamos movimentar isso aqui! \o/

Vamos lá..
Ahhh, Belinha... Doce Belinha. É tão prazeroso chegar em casa e ser recebida com alegria por ela, com o rabinho balançando freneticamente, querendo me beijar, me arranhar e pular em cima de mim. Todo o estresse da rua vai por água abaixo. Não consigo deixar de sorrir para ela, não consigo brigar com ela. Talvez seja por isso que ela acha que pode fazer o que quiser... mas eu não ligo. Ela pode fazer o que quiser, não tem jeito. Belinha é a rainha da casa, manda em tudo. Ninguém resiste a ela quando pede para brincar com seus brinquedinhos Mike e Frank, mesmo sabendo que essa brincadeira vai ser cansativa ao extremo.
Belinha mudou minha vida, mudou meu jeito de ver o mundo, me fez querer mudar o mundo, me fez querer correr atrás de um mundo melhor. Um mundo em que todos tenham os mesmos direitos, e que ninguém seja maltratado. Nem humanos, nem animais, nem arvores... E eu vou fazer o possível, Por Belinha e por todos que precisam de um mundo melhor, inclusive eu.



Depois tem mais sobre Belinha \o
Agora vou me arrumar para uma festa a fantasia... 8)






Comentários no blogger
Por isso que dizem que o cão é o melhor amigo do homem e realmente isso é verdade nos deixam bem melhores quando vemos aquela alegria toda enquanto nós tivemos um dia que chamamos de cão.

Rodox | Email | Homepage | 26-03-2009 11:37:00

Cão é tudo de bom. Eu tenho o meu e me divirto muito com ela. E que bom que busca por um mundo melhor. São pessoas assim que o nosso mundo precisa.

Alexandre | Email | Homepage | 26-03-2009 09:23:39

Oi lari! Lembro que vc havia me dito " te indiquei para alguns selos". Como funciona? Pq não sei muito sobre selos e tal...

Geise | Email | Homepage | 26-03-2009 01:52:53

Oi Lari, Querida, é claro que gostaria muito de ser sua parceira. Adoro o seu blog também e fiquei honrada com seu convite. Vou colocar o seu banner que a Alice vai adorar de ter novos amigos. Espero que esteja bom para vc. Qualquer dúvida passa lá e deixa uma mensagem, tá? Bjssz Helena e Alice

Helena e Alice | Homepage | 21-03-2009 00:28:12

Grande Belinha! hehe Eu tenho dois hiper custosos aqui em casa... café com leite (preto e branco da raça puddle) são lindos. A preta é mais carinhosa, e o branco é ciumento até mandar parar haha. Bom, quero agradecer de todo o coração a ajuda com o link do meu blog! Já coloquei um seu também =) Sempre estarei por aqui, quem sabe até escrevendo "Uma vida de cão" hehe. Estou prestando vestibular e está difícil arrumar um tempinho que seja, mas se um dia sobrar uma 1/2, poderei convulcionar-me aqui tb haha Bjo Lari e obrigada de novo

Geise Meireles | Email | Homepage | 14-03-2009 23:22:41

que bom que vc gostou,tambem gostei do seu caso queira add meu banner e eu add o seu para divulgação.

lucianna souza | Email | Homepage | 14-03-2009 17:36:23

que bom que vc gostou,tambem gostei do seu caso queira add meu banner e eu add o seu para divulgação.

lucianna souza | Email | Homepage | 14-03-2009 17:36:23

Selo




Outro selo que ganhei da Helena do Achados imperdíveis. Obrigada Helena! ^^
Também adoro o seu blog!


Vou repassar o selo para:

Proteção aos Animais - Bahia
Palavras, Arte e Blá blá blá
Convulsões de idéias
Freak

O que os torna melhores? O que nos faz pensar que somos melhores?



É incrível a alegria que os pets nos trazem. A nossa vida muda e quando estamos com ele o resto é resto. Basta que façam uma gracinha para que o mundo gire em torno deles. Passamos a ver o mundo com outros olhos, olhos de quem respeita os animais e de quem não quer que ver o meio-ambiente ser destruído, de quem não quer que os animais sejam maltratados e de quem quer paz. . Existe um amor incondicional dentro de nós pelos cães que nos motiva a querer melhorar o mundo. O que podemos dar em troca? Podemos fazer nossa parte para garantir que todos os cães sejam amados, tenham um lar e uma família e que não sejam NUNCA maltratados.


"SERIA POSSÍVEL QUE UM CACHORRO - QUALQUER CACHORRO - PUDESSE MOSTRAR AOS SERES HUMANOS O QUE REALMENTE IMPORTAVA NA VIDA?
Eu acreditava que sim.
Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria.
E também as coisas que não tinham importância.
Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife.
Símbolos de status não significa nada para ele.
Um pedaço de madeira encontrado na praia serve.
Um cão não julga os outros pela sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro.
Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro.
Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele.
É REALMENTE MUITO SIMPLES, MAS, MESMO ASSIM, NÓS HUMANOS, TÃO SÁBIOS E SOFISTICADOS, SEMPRE TIVEMOS PROBLEMAS PARA DESCOBRIR O QUE REALMENTE IMPORTA OU NÃO."

Trecho de Marley & eu.



Por Larissa Lima






Comentários no blogger

Morreu minha cachorra dia 19/03/09 não consigo trabalhar só fico pensando nela ja tomei anti depresivo eu amava minha cachorra o nome dela é mel

geroldo zanon | Email | 25-03-2009 16:26:28

Oi Larissa, Indiquei seu blog para receber um selo. Passe no meu para pegar seu selo e parabéns pelo seu trabalho. A-D-O-R-O o se BLOG!

Helena | Homepage | 13-03-2009 23:26:15

gostei do seu blog visite o meu e se gostar e quiser fazer uma parceria fique a vontade.

lucianna souza | Email | Homepage | 12-03-2009 16:59:03

Oi Lari, vc sabe de algum gato siames? Quero um, me amnda um e-mail :**

Yuri | Email | 09-03-2009 10:24:28

Olá Larissa! Seu blog foi premiado =) Passe no meu para pegar seu selo e parabéns pelo seu trabalho. Seu blog é realmente muito bom. Sucesso SEMPRE! Bjzzz

Helena | Homepage | 25-02-2009 22:24:07

6 coisas 6 links



Ganhei mais um selo! Dessa vez foi da Helena, do Achados imperdíveis.

Antes de seguir, gostaria de explicar as minhas desaparições... Colégio. Tenho estudado mais que o normal... ahh droga T.T


Agora seguem as regras deste selo:
1- Linkar a pessoa que te indicou;
2- Colocar as regras do meme em seu blog;
3- Contar 6 coisas aleatórias sobre vc;
4- Indique mais 6 pessoas e coloque os links no final do post;
5- Deixe a pessoa saber que vc a indicou, deixando um comentário para ela;
6- Deixe os indicados saberem quando você publicar seu post;



6 coisas sobre Larissa

- Estudante do ensino médio apaixonada por animais.

- Soteropolitana com orgulho, chocólatra e irmã de Belinha, minha cadelinha linda, maravilhosa e perfeita, minha inspiração para mudar o mundo.

- Tenho vários sonhos que vão de bestas até complexos. Pretendo realizar todos eles.

- Minha cor favorita é azul, e se dependesse de mim as coisas a minha volta seriam azuis.

- Prefiro uma boa praia limpa e vazia do que uma piscina... seja de clube ou particular. Não joguem lixo na praia... -.-

- Eu era viciada em RPG, mas aí um dia eu acordei e descobri que RPG me deixa com dor nas costas... então agora eu prefiro só ficar com dor nas mãos escrevendo aqui.


Meus 6 indicados:

Kibe Loco
Proteção aos Animais - Bahia
Cianeto e Felicidade
Palavras, Arte e Blá blá blá
convulsões de idéias
Freak




Comentários no blogger

As obsessões demaaiis! *--* heueheuehueheueheu Lari, desculpa tambpem não estou ajudando, mas vou tentar ter mais tempo e ideias

Juliana | 03-03-2009 10:36:55

Seu blog é fabuloso, óia *-*

Amanda | 24-02-2009 22:25:25

Carinhos na barriga e mordidinhas no dedão

Estou nesse exato momento sentada ao lado de um certo ser, que devora alegremente sua ração como se fizesse isso todos os dias de sua vida. Mas não faz. Pitucha, em seus completos nove anos de vida canina, deu mais trabalho para comer do que uma criança da propaganda Biotonico Fontora. Essa sua falta de apetite fez com que, ao longo dos anos, minha cadelinha Dashund recebesse mais atenção especial do que a própria Lassie em seus tempos dourados. E preocupação também. É só ela recusar seu pote de ração que já está eu e minha mãe, ajoelhadas, implorando para que ela engula um pouco de pão com leite. É um drama real.

Toda a minha família decidiu adotar pitucha como a cadela completamente anormal, fresca, irritante, com manias imprevisíveis, destruidora de paredes, e que usa camas como toaletes como a cadela merecedora de ser amada loucamente. E assim foi feito. Até os parentes que tinha uma grande aversão contra animais foram ‘adestrados’ por pitucha. Meu tio foi o caso mais interessante. Até hoje ele não tem tolerância á nenhum cão. Mas é só Pitucha chegar em sua casa, empurrando sua porta com o focinho longo típico da raça Dashund, que ele declara com uma alegria de quem foi completamente desarmado diante de toda uma família amante de cães: “Ê, narigueta chegou.” Razoável, pelo menos para quem nunca deixou nenhum dos três filhos ter um animalzinho.

Mas nem tudo são flores na relação família – Pitucha. Quando meu pai chegou em casa e encontrou as paredes do nosso novo apartamento destruídas por certos dentinhos, não foi realmente com alegria que ele reagiu quando foi recebido pelas famosas mordidinhas no dedão do pé. Foi mais com um desejo incontrolável de chutá-la para longe. Pelo menos até ela se deitar de barriga, com aquele olhar castanho claro de quem precisa desesperadamente de um agrado. Quem resiste?

E quando ela mastigou o elefante de brinquedo do meu primo de quatro anos há alguns meses, não foi com muito amor que ele a tratou depois disso. E os vizinhos também não gostavam muito das longas horas de latidos enquanto não havia ninguém em casa. Mas não há jeito. Por mais que seja destrutiva e antipática, Pitucha nos lembra dia após dia do quanto é importante estarmos juntos, cada vez mais. Sendo uma criatura que odeia ficar sozinha, ela já chegou a se cortar na lâmina do boxe, no qual ela estava numa tentativa desesperada da nossa família para que ela não destruísse o resto da casa. Em vão, logicamente.

Mesmo com suas atitudes irracionais e suas greves de fome, Pitucha, sozinha, ganhou o amor eterno de uma família. Ora sendo a companhia em uma noite em que todos estão fora, ora a alegria da festa quando alguém derruba um pedaço de bolo, ou até mesmo fazendo todos rirem enquanto tenta perseguir aquele siri na praia, mergulhando a cara na água e espirrando muito depois disso. É como eu disse à alguns dias atrás, Pitucha tem tantos donos quanto se é possível. E os tornam, todos, irremediavelmente mais felizes, principalmente depois de uma boa mordida no dedão ou um carinho na barriga, características que fizeram a diferença no dia em que a trouxemos para casa, há longos nove anos atrás.



Amanda Sartório


Comentários no blogger

ahh, Helena porque não manda sua historia??? *---*

Juliana | 14-02-2009 10:55:03

Oi Lari, Obrigada pela visita e pelo comentário. Adotei ano passado uma cadelinha bichon frisé de 10 anos. A senhora faleceu e a família queria se "desfazer" da pobrezinha como se fosse uma roupa velha o..O) Agora ela vive comigo muito feliz, se acostumou com a minha outra (uma puguinha) chamada Alice, as duas ficaram ótimas companheiras. Mas logo no princípio, ela tb não queria comer nada por causa da depressão que sentiu de saudades. Eu tb implorava para ela comer, mas o vet disse para deixar, pois eles ficam bem até 3 dias sem comer nada. Assim fiz, não insisti mais, e aos poucos ela voltou a comer e muito bem. De repente, vc pode tentar uma tática dessas. Vou linkar seu blog no meu. Bjszzzz

Helena | Email | Homepage | 04-02-2009 22:34:36

Lari, o selo está no meu blog, você salva a imagem e depois posta ai!^^ O hotel de gelo realmente é demais!! :)

mariana | Email | Homepage | 04-02-2009 13:21:08

Parabéns pelo seu blog. Também tenho cães e respeito qualquer tipo de animal. Adoro visitar blogs que respeitam os animais também. bjzzz

Helena | Email | Homepage | 03-02-2009 20:52:45

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Mel & Eu

Meu nome é Dóris Dias dos Santos, nascida no dia 20 de Junho de 1994. Ok, vou direto ao assunto pois não vim aqui falar de mim, e sim da minha querida, linda, e diabólica ex-cadelinha: Mel. Ela não era uma das melhores cadelas do mundo, se duvidar a pior depois do Marley*, mas eu a amava muito (apesar de tudo). Quando a ganhei, no dia 11 de Outubro de 200(e alguma coisa, acho que 5), pulei de alegria porque minha mãe, até o momento, não queria me dar um cachorro. Eu estava descendo do transporte escolar, quando um filhotinho de cachorro veio correndo frenetica e energicamente - loucamente também - na minha direção. No momento em que Mel pulou em cima de mim, pensei em voz alta: 'De quem é esse cachorro doido?' E em seguida minha mãe respondera: 'SEEU!' Lembro-me como se fosse hoje, o quanto eu abracei e beijei minha amada mãe. E o quanto eu gritei também. Bom, depois desse dia eu e minha família fomos marcados por xixis, cocôs, fugidinhas para cruzar com outros cachorros de rua, fugidinhas... Nunca pensei que um Fox Paulistien fosse tão enérgico, e acho que Mel era a mais enérgica de todos eles. Isso meio que me assustava um pouco. Não só a mim mas também a todos os meus amigos (ou qualquer um) que ela "atacava". Era muito engraçado quando eu falava: 'PEGA MEL!' Saiba que era a morte súbita da pessoa que ela corria atrás. Mas raramente ela mordia, só corria atrás. E quando o perseguido corria, ela só arranhava. Uma das vítimas de Mel, a qual o nome eu faço questão de citar, é Amanda. Melhor amiga ingênua e tola se arriscou a correr. Pobre Amanda... Mas não foi tão grave. Arranhões na perna foi o máximo. E o trauma que ela adquiriu da minha querida e danada cachorrinha. Isso só foi uma, das grandes aventuras de Mel.
Quando íamos à praia, ela corria de um lado para o outro feito uma louca. E quando entrava no mar era ainda pior, pois quando ela saía, se esfregava na areia de um modo que quem não a conhecesse, diria que estava tendo uma convunsão.Ela tinha até um irmão que morava pertinho da minha casa. Ele era da minha prima, sendo que sempre brincávamos juntos. Sim, os quatro. Pena que ele morreu. Todos ficamos muito tristes com sua morte. Inclusive Mel.
Bom, Mel foi, com certeza, a melhor cachorra que eu já tive porque os meus cachorros anteriores, não gostavam muito de mim e nem eu deles. E quem de fora nos visse, diria que nós nos odiávamos porque sempre andávamos brigando. Ela subia na minha cama, fazia xixi e cocô no meu quarto, eu gritava com ela, ela latia a noite toda quando a eu deixava de castigo, dávamos tapas, ela arranhava a porta, enfim... Era uma cadela bastante vingativa. Mas nos amávamos muito. Pena que ela foi embora para outra cidade... Mas lá ela está melhor, pois tem mais espaço pra correr livremente pelos campos. Não tenho recebido muitas notícias dela, mas onde quer que ela esteja, quero que esteja imensamente feliz pois é isso que sempre desejei para ela. Te amo muito, minha linda e eterna Fox Paulistien enérgica e louca, Mel.

*Marley, cachorro protagonista do best seller Marley & Eu, conhecido como o pior cão do mundo, segundo seu dono e escritor do livro.


Dóris Dias



Comentários do blogger

ahh Lari, ta arrebentando, sabee? adoreii a historia de Doris..

Juliana | 05-02-2009 11:20:51

Lari, valeu!^^ E eu acabei esquecendo de postar no meu blog, vou consertar agora, mas assim.. você tem que postar esse selo e junto com ele colocar cinco manias/vicios seus + 5 blogs que receberão o selo também! Beijos! ^^

Mariana | Email | Homepage | 02-02-2009 00:13:42

Oi! Tem um selo para você no meu blog, isso pode parecer estranho já que nunca comentei aqui, mas é que o seu blog está muito legal!^^ www.estoufreak.blogspot.com

Mariana | Email | Homepage | 01-02-2009 22:53:54

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Olá leitores,

Eu tive um problema com o serviço do Blogger e estou sem poder acessar o meu blog para fazer novas postagens, por isso decidi mudar de servidor.
Espero que dê tudo certo aqui nesse novo endereço o/, em breve estarei modificando o layout do blog.
Para os que não conhecem, a proposta do "Minha vida com meu cão" é fazer uma coletânea de histórias com cães. Sejam aventuras, dramas ou comédias, essas histórias terão seu espaço aqui.
Não precisa ser só com cães, pode ser com um peixe ou um pássaro, ou pode ser até uma lição de vida que você aprendeu. Envie-a para minhavidacommeucao@gmail.com que estarei esperando!